Bartleby, o escrivão, de Herman Melville (tradução de Antônio Xerxenesky; Antofágica; 256 páginas; 79,90 reais) Certo dia, o chefe de Bartleby lhe pede uma tarefa e ele responde: “Prefiro não”. A negativa choca o escritório de advocacia. O chefe, porém, não consegue demiti-lo: há algo estranho com o rapaz, um escrivão pouco afeito ao trabalho e desinteressado pelos prazeres da vida. Escrito pelo autor de Moby Dick, o conto de 1853 usa o humor para discorrer sobre a mecanização do trabalho. A nova edição traz análises e um belo layout da ilustradora Letícia Lopes, que datilografou o texto e faz intervenções visuais que dão colorido à leitura.
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Celia Sacramento
Professora Universitária UEFS e UFBA. CEO da AUDPEC, Pós Doutora e Vice Prefeita de Salvador 2013 a 2016