Quando todo mundo acreditava que a briga tinha acalmado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a alfinetar o Banco Central. Num café da manhã com o conselho político da coalizão de governo, Lula não fez menções diretas ao banco, nem ao seu presidente, Roberto Campos Neto. Mas disse que não precisa “pedir licença para governar” ou “agradar a ninguém”. As novas declarações do presidente e a largada da operação contra o garimpo na Terra Indígena Yanomami são temas do Giro VEJA.
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Celia Sacramento
Professora Universitária UEFS e UFBA. CEO da AUDPEC, Pós Doutora e Vice Prefeita de Salvador 2013 a 2016