A divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, ajudou a diminuir um pouco a tensão que se instalou entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a autoridade monetária. Mais extensa que de costume, a ata reforçou a decisão de manter os juros altos em 13,75%, mas fez alguns acenos na direção do governo ao falar sobre o pacote fiscal anunciado há duas semanas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro viu um tom mais “amigável” na ata. A disputa entre o presidente e a autoridade monetária e as mudanças feitas por Lula na Comissão de Ética da Presidência são temas do Giro VEJA desta terça-feira.
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Celia Sacramento
Professora Universitária UEFS e UFBA. CEO da AUDPEC, Pós Doutora e Vice Prefeita de Salvador 2013 a 2016